Criei este blogue com o intuito de partilhar inúmeras opiniões sobre o turismo em portugal e no mundo. Tudo sobre hotelaria,restauração e similares.
sábado, 13 de dezembro de 2014
Como deve uma empresa trabalhar
http://www.horizonhospitality.com/5-tips-keeping-employees-engaged-happy/
American Restaurant association
http://www.americanrestaurantassociation.com/content/category/david-maloni/
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Actividade turística 2014
A hotelaria registou 5,8 milhões de dormidas em Julho de 2014, valor correspondente a um acréscimo homólogo de 9,4% (+8,6% em Junho de 2014). As dormidas de residentes apresentaram um aumento significativo (+15,4% face a +6,7% em Junho), enquanto se verificou uma desaceleração no crescimento das dormidas dos não residentes (+6,9% em Julho de 2014 e +9,3% em Junho). Dos principais mercados emissores, destaca-se o aumento das dormidas de residentes do Reino Unido, Espanha e França. Em sentido oposto assinala-se a redução observada no mercado alemão.
Contudo, no período acumulado de Janeiro a Julho 2014, com a excepção da Holanda, registaram-se crescimentos nos principais mercados emissores, incluindo o alemão, tendo-se destacado a Espanha com um aumento de 19,4%.
Os proveitos totais aumentaram 10,7% e os de aposento 12,0% (+8,1% e +8,2%, respectivamente, em Junho).
Hóspedes e dormidas mantêm evolução positiva
Em Julho de 2014, os estabelecimentos hoteleiros registaram 1,7 milhões de hóspedes e 5,8 milhões de dormidas, valores que corresponderam a acréscimos de 9,4% para ambos os indicadores.
Estes resultados superaram ligeiramente os do mês anterior (+7,2% de hóspedes e +8,6% de dormidas), mas foram inferiores aos de Janeiro a Julho de 2014 (+11,6% e +10,8%, respectivamente).
As dormidas em hotéis aumentaram 12,4% e representaram 59,5% do total. Nos hotéis-apartamentos (+6,4%) o decréscimo de dormidas na categoria 5 estrelas foi compensado pelos resultados positivos das restantes.
Em Julho de 2014 os dez principais mercados emissores representaram 78,8% das dormidas de não residentes (79,3% em Julho de 2013).
O mercado britânico, com uma quota de 23,8%, registou um aumento de 10,8% nas dormidas dos seus residentes.
Destacou-se ainda o mercado espanhol (+13,1%), o segundo em termos de representatividade (peso de 13,1%), bem como o francês (+12,0% de dormidas e quota de 8,2% em Julho).
A Alemanha apresentou resultados negativos em Julho (-6,6%), invertendo a tendência dos últimos meses (+21,9% em Junho e +5,3% em maio). O peso relativo deste mercado em Julho foi 9,6% das dormidas de não residentes.
A Bélgica apresentou o maior crescimento em Julho (+22,1%), secundada pelos EUA (+14,9%) e Itália (+14,3%).
No período de Janeiro a Julho de 2014 destacam-se os aumentos da Espanha (+19,4%), Bélgica (+19,0%), França (+14,1%) e Reino Unido (+11,6%).
Norte e Lisboa com maiores aumentos na procura
As dormidas aumentaram em todas as regiões do Continente, com destaque para o Norte (+14,7%) e Lisboa (+13,9%). No Algarve (+9,6%), o crescimento foi inferior ao dos últimos meses (+13,0% em Junho e +13,8% em maio), enquanto nas Regiões Autónomas os resultados foram decrescentes (-4,8% nos Açores e -1,0% na Madeira). O Norte obteve uma quota de 10,1% nas dormidas totais em Julho de 2014, aproximando-se da Madeira (11,6%).
As dormidas de residentes cresceram significativamente em todas as regiões do Continente, com maior impacto no Algarve (+22,2%), principal destino do mercado interno (43,6%). Os Açores registaram um aumento de 6,2% nas dormidas de residentes, tendo a Madeira sido a única região com evolução negativa (-10,1%).
Quanto às dormidas de não residentes observaram-se aumentos expressivos no Norte (+15,5%), em Lisboa (+14,0%) e no Alentejo (+13,6%). No Algarve, o aumento da procura por parte de não residentes (+4,9%) desacelerou (+10,8% em Junho), mas a região concentrou 44,4% das dormidas de não residentes. Lisboa foi o segundo destino dos residentes no estrangeiro (23,8% das dormidas destes hóspedes).
Considerando os primeiros sete meses do ano, as dormidas totais cresceram em todas as regiões à excepção dos Açores (-0,6%). O Alentejo registou o maior aumento (+16,2%), seguido por Lisboa (+14,2%).
Contudo, no período acumulado de Janeiro a Julho 2014, com a excepção da Holanda, registaram-se crescimentos nos principais mercados emissores, incluindo o alemão, tendo-se destacado a Espanha com um aumento de 19,4%.
Os proveitos totais aumentaram 10,7% e os de aposento 12,0% (+8,1% e +8,2%, respectivamente, em Junho).
Hóspedes e dormidas mantêm evolução positiva
Em Julho de 2014, os estabelecimentos hoteleiros registaram 1,7 milhões de hóspedes e 5,8 milhões de dormidas, valores que corresponderam a acréscimos de 9,4% para ambos os indicadores.
Estes resultados superaram ligeiramente os do mês anterior (+7,2% de hóspedes e +8,6% de dormidas), mas foram inferiores aos de Janeiro a Julho de 2014 (+11,6% e +10,8%, respectivamente).
As dormidas em hotéis aumentaram 12,4% e representaram 59,5% do total. Nos hotéis-apartamentos (+6,4%) o decréscimo de dormidas na categoria 5 estrelas foi compensado pelos resultados positivos das restantes.
Em Julho de 2014 os dez principais mercados emissores representaram 78,8% das dormidas de não residentes (79,3% em Julho de 2013).
O mercado britânico, com uma quota de 23,8%, registou um aumento de 10,8% nas dormidas dos seus residentes.
Destacou-se ainda o mercado espanhol (+13,1%), o segundo em termos de representatividade (peso de 13,1%), bem como o francês (+12,0% de dormidas e quota de 8,2% em Julho).
A Alemanha apresentou resultados negativos em Julho (-6,6%), invertendo a tendência dos últimos meses (+21,9% em Junho e +5,3% em maio). O peso relativo deste mercado em Julho foi 9,6% das dormidas de não residentes.
A Bélgica apresentou o maior crescimento em Julho (+22,1%), secundada pelos EUA (+14,9%) e Itália (+14,3%).
No período de Janeiro a Julho de 2014 destacam-se os aumentos da Espanha (+19,4%), Bélgica (+19,0%), França (+14,1%) e Reino Unido (+11,6%).
Norte e Lisboa com maiores aumentos na procura
As dormidas aumentaram em todas as regiões do Continente, com destaque para o Norte (+14,7%) e Lisboa (+13,9%). No Algarve (+9,6%), o crescimento foi inferior ao dos últimos meses (+13,0% em Junho e +13,8% em maio), enquanto nas Regiões Autónomas os resultados foram decrescentes (-4,8% nos Açores e -1,0% na Madeira). O Norte obteve uma quota de 10,1% nas dormidas totais em Julho de 2014, aproximando-se da Madeira (11,6%).
As dormidas de residentes cresceram significativamente em todas as regiões do Continente, com maior impacto no Algarve (+22,2%), principal destino do mercado interno (43,6%). Os Açores registaram um aumento de 6,2% nas dormidas de residentes, tendo a Madeira sido a única região com evolução negativa (-10,1%).
Quanto às dormidas de não residentes observaram-se aumentos expressivos no Norte (+15,5%), em Lisboa (+14,0%) e no Alentejo (+13,6%). No Algarve, o aumento da procura por parte de não residentes (+4,9%) desacelerou (+10,8% em Junho), mas a região concentrou 44,4% das dormidas de não residentes. Lisboa foi o segundo destino dos residentes no estrangeiro (23,8% das dormidas destes hóspedes).
Considerando os primeiros sete meses do ano, as dormidas totais cresceram em todas as regiões à excepção dos Açores (-0,6%). O Alentejo registou o maior aumento (+16,2%), seguido por Lisboa (+14,2%).
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Dois chefs, um menu.
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Cannelloni de sapatateira ou mexilhões marinados com ravioli de alho? No resort Monte Rei, em Tavira, dois chefs espanhóis estão encarregues da refeição de sábado à noite.
Um jantar a quatro mãos, em pleno Algarve. O chef espanhol Roger Viñas juntou-se ao compatriota Jaime Perez que há cerca de sete anos está encarregue da cozinha do restaurante Vistas, no resort Monte Rei (Tavira). Do convite surgiu um menu de jantar que pode ainda ser degustado até este sábado (a iniciativa começou a 21 de agosto).
A autoria da carta pertence à dupla de cozinheiros, que além de amigos trabalharam juntos durante três anos. Ambos garantem que todos os pratos são de assinatura e seguem uma linha de trabalho identitária. “Esta é uma cozinha que nos representa, uma cozinha de produto e de inovação, na qual estamos a trabalhar há vários anos”, garante Jaime Perez. O chef, que durante a carreira cruzou-se com gigantes do sector, como Sergi Arola e Ferrán Adrià, confeciona comida mediterrânica, de inspiração ibérica. “Há que trabalhar com produtos frescos e acessíveis. Depois, entra a imaginação”, diz ao Observador. Acrescenta ainda que as diferenças entre Portugal e Espanha são poucas –”Os países são muito parecidos nos produtos, mas cada um tem as suas receitas”.
Voltando ao sábado à noite, da ementa fazem parte snacks (como terrina de foie gras com redução de vinho do Porto ou papada de porco com hummus) e uma amouse-bouche de filete de sardinha curada em cama de rebentos da estação e tomate. Seguem-se cinco pratos principais, entre os quais contam-se cannelloni de sapatateira com manga, mexilhões marinados com ravioli de alho e consommé de anéis de lula com almôndegas. A sobremesa é uma esfera de chocolate com gelado de baunilha e coulis de morangos, acompanhado de caipirinha, mas ainda há outros “mimos” dos chefs.
Esta é a primeira iniciativa do género. “O Jaime convidou-me. Somos amigos e esta foi uma oportunidade para conhecer o país e a cultura”, explica Roger Viñas que, desde 2003, comanda as operações gastronómicas no restaurante Manairó, em Barcelona, com uma estrela Michelin. Viñas aventurou-se entre tachos e panelas com apenas 14 anos, no Hostal de la Gloria. Desde pequeno que via a mãe cozinhar e garante que o que coloca no prato tem influências de saberes e sabores familiares.
Ao Observador diz que, quando se trata de gerir uma cozinha, o que conta não é a estrela Michelin, mas antes o que acontece diariamente e a superação constante de desafios. “São muitas horas de trabalho. É duro, mas o restaurante [Manairó] é como uma grande família”, diz. Também o jantar em questão, a ocupar as mesas do Monte Rei, envolveu horas e horas de preparação técnica. Ao todo foram dois dias intensos, conta Jaime Perez. “A papada de porco implica uma cozedura a vácuo. Foram precisas 27 horas”.
Esse terá sido um dos motivos porque Roger Viñas, que está pela primeira vez em solo português, ainda não teve oportunidade para explorar o país. Diz ter ido apenas a dois ou três restaurante e confessa-se fã do bacalhau à braz. Depois de terminada a refeição que ficou incumbido de preparar, admite que vai tentar colocar a jaleca de lado e armar-se em turista.
Até lá há mais jantares na calha. A iniciativa tem corrido bem, garante a dupla. Na primeira noite, a 21 de agosto, foram servidos cerca de 30 jantares e as críticas foram positivas, razão pela qual os chefs permanecem entusiasmados para os restantes dias. O jantar é aberto ao público e tem um custo de 75 euros por pessoa (acresce outros 35 euros pelos vinhos).
A autoria da carta pertence à dupla de cozinheiros, que além de amigos trabalharam juntos durante três anos. Ambos garantem que todos os pratos são de assinatura e seguem uma linha de trabalho identitária. “Esta é uma cozinha que nos representa, uma cozinha de produto e de inovação, na qual estamos a trabalhar há vários anos”, garante Jaime Perez. O chef, que durante a carreira cruzou-se com gigantes do sector, como Sergi Arola e Ferrán Adrià, confeciona comida mediterrânica, de inspiração ibérica. “Há que trabalhar com produtos frescos e acessíveis. Depois, entra a imaginação”, diz ao Observador. Acrescenta ainda que as diferenças entre Portugal e Espanha são poucas –”Os países são muito parecidos nos produtos, mas cada um tem as suas receitas”.
Voltando ao sábado à noite, da ementa fazem parte snacks (como terrina de foie gras com redução de vinho do Porto ou papada de porco com hummus) e uma amouse-bouche de filete de sardinha curada em cama de rebentos da estação e tomate. Seguem-se cinco pratos principais, entre os quais contam-se cannelloni de sapatateira com manga, mexilhões marinados com ravioli de alho e consommé de anéis de lula com almôndegas. A sobremesa é uma esfera de chocolate com gelado de baunilha e coulis de morangos, acompanhado de caipirinha, mas ainda há outros “mimos” dos chefs.
Esta é a primeira iniciativa do género. “O Jaime convidou-me. Somos amigos e esta foi uma oportunidade para conhecer o país e a cultura”, explica Roger Viñas que, desde 2003, comanda as operações gastronómicas no restaurante Manairó, em Barcelona, com uma estrela Michelin. Viñas aventurou-se entre tachos e panelas com apenas 14 anos, no Hostal de la Gloria. Desde pequeno que via a mãe cozinhar e garante que o que coloca no prato tem influências de saberes e sabores familiares.
Ao Observador diz que, quando se trata de gerir uma cozinha, o que conta não é a estrela Michelin, mas antes o que acontece diariamente e a superação constante de desafios. “São muitas horas de trabalho. É duro, mas o restaurante [Manairó] é como uma grande família”, diz. Também o jantar em questão, a ocupar as mesas do Monte Rei, envolveu horas e horas de preparação técnica. Ao todo foram dois dias intensos, conta Jaime Perez. “A papada de porco implica uma cozedura a vácuo. Foram precisas 27 horas”.
Esse terá sido um dos motivos porque Roger Viñas, que está pela primeira vez em solo português, ainda não teve oportunidade para explorar o país. Diz ter ido apenas a dois ou três restaurante e confessa-se fã do bacalhau à braz. Depois de terminada a refeição que ficou incumbido de preparar, admite que vai tentar colocar a jaleca de lado e armar-se em turista.
Até lá há mais jantares na calha. A iniciativa tem corrido bem, garante a dupla. Na primeira noite, a 21 de agosto, foram servidos cerca de 30 jantares e as críticas foram positivas, razão pela qual os chefs permanecem entusiasmados para os restantes dias. O jantar é aberto ao público e tem um custo de 75 euros por pessoa (acresce outros 35 euros pelos vinhos).
Comporta, o tesouro escondido.
Destino de verão para elites e um refúgio que ainda não conheceu o desenvolvimento excessivo visto por terras algarvias, é assim que a Business Insider apresenta a Herdade da Comporta.
Tópicos
Conhecer a Comporta, o destino onde europeus endinheirados podem “desaparecer” (“go off the grid”, expressão inglesa). É assim que a Business Insider começa por descrever a Herdade da Comporta, a maior propriedade nacional detida por privados e que se estende por 12.500 hectares na região rural do Alentejo (o artigo é original da Condé Nast Traveler).
O artigo dá conta de uma terra intocada, tal como descreve a jornalista Maura Egan, que cita diversos intervenientes, incluindo Isabel Carvalho, dona do restaurante Museu do Arroz: “As pessoas vêm aqui porque isto lhes faz lembrar de Saint-Tropez no anos 1970″. Mas também de Ibiza nos anos 1980 ou dos Hamptons na década de 1990. “O meu marido cresceu em Angola”, diz Isabel Carvalho. “E a primeira vez que aqui chegou, disse-me que isto lhe fazia lembrar África”.
Reminiscências à parte, a referência à família Espírito Santo é inevitável. A jornalista encara-a como uma das maiores dinastias bancárias de Portugal, se não do mundo. Talvez por isso tenha sido capaz de, à data, ter adquirido um lote de terra maior do que a cidade de Lisboa. “A família apaixonou-se com a paisagem desimpedida”, escreve Maura Egan, mas também pelos quilómetros de praias desertas, florestas densas cobertas de pinheiros mansos, sobreiros e campos de arroz. Motivos mais do que suficientes para que a Herdade da Comporta se transformasse no “playground privado” dos Espírito Santo.
A peça dá ainda conta da presença de figuras internacionais na Herdade. E dá como exemplo a Princesa Carolina e a aristocracia francesa. Mas também alguns dos cerca de 3.500 residentes a tempo inteiro — uma clara divisão sócio-económica entre os moradores e as multidões de verão, diz a autora, que recorda também a polémica em torno da citação de Cristina Espírito Santo no ano passado: “É como brincar aos pobrezinhos”.
“No fins-de-semana, durante a siesta entre a hora do almoço e do cocktail, o principal cruzamento da aldeia da Comporta fica entupido com BMWs, Range Rovers e os ocasionais dune buggy”. Se, por um lado, veem-se senhoras de idade a comer gelados de cone, por outro, há pessoas a comprar produtos como vinho do Porto, sardinhas em lata e cestos de palha. O certo é que por ali marcam presença distintas boutiques para diferentes estilos de vida. O artigo termina com uma citação do artista Jason Martin: “Passo muito tempo a viajar no circuito de arte que esta parece ser uma vida muito genuína [a vida na Comporta]. E desde que este sítio não se estrague como o Algarve, é o tesouro escondido da Europa”.
O artigo dá conta de uma terra intocada, tal como descreve a jornalista Maura Egan, que cita diversos intervenientes, incluindo Isabel Carvalho, dona do restaurante Museu do Arroz: “As pessoas vêm aqui porque isto lhes faz lembrar de Saint-Tropez no anos 1970″. Mas também de Ibiza nos anos 1980 ou dos Hamptons na década de 1990. “O meu marido cresceu em Angola”, diz Isabel Carvalho. “E a primeira vez que aqui chegou, disse-me que isto lhe fazia lembrar África”.
A peça dá ainda conta da presença de figuras internacionais na Herdade. E dá como exemplo a Princesa Carolina e a aristocracia francesa. Mas também alguns dos cerca de 3.500 residentes a tempo inteiro — uma clara divisão sócio-económica entre os moradores e as multidões de verão, diz a autora, que recorda também a polémica em torno da citação de Cristina Espírito Santo no ano passado: “É como brincar aos pobrezinhos”.
“No fins-de-semana, durante a siesta entre a hora do almoço e do cocktail, o principal cruzamento da aldeia da Comporta fica entupido com BMWs, Range Rovers e os ocasionais dune buggy”. Se, por um lado, veem-se senhoras de idade a comer gelados de cone, por outro, há pessoas a comprar produtos como vinho do Porto, sardinhas em lata e cestos de palha. O certo é que por ali marcam presença distintas boutiques para diferentes estilos de vida. O artigo termina com uma citação do artista Jason Martin: “Passo muito tempo a viajar no circuito de arte que esta parece ser uma vida muito genuína [a vida na Comporta]. E desde que este sítio não se estrague como o Algarve, é o tesouro escondido da Europa”.
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